
Um slot preparado para trabalhar com tamanhos compatíveis em diferentes larguras, sem depender de uma única dimensão fixa.
Desktop e mobile pedem decisões diferentes. A Fun Digital combina formato, posição e comportamento com a estrutura editorial de cada publisher — sem tratar a página como uma coleção de espaços vazios.
Histórias e projetos para uma cidade mais humana.
Um mapa visual das principais possibilidades do Google Ad Manager. A disponibilidade final depende do ambiente, da demanda, das políticas e da configuração de cada publisher.
Formatos recorrentes em páginas editoriais, combinados conforme template, dispositivo, densidade e comportamento de leitura.

Um slot preparado para trabalhar com tamanhos compatíveis em diferentes larguras, sem depender de uma única dimensão fixa.

Presença horizontal para aberturas e intervalos editoriais com espaço, hierarquia e identificação publicitária.

O formato clássico de in-article, inserido no fluxo do conteúdo em um ponto natural de atenção.

Unidade vertical de maior presença para layouts com coluna lateral e condições adequadas de visibilidade.

Faixa compacta para interfaces móveis, aplicada sem comprimir o conteúdo nem ocupar área desproporcional.

Unidade junto à borda da viewport, com fechamento visível e frequência planejada para preservar a navegação.

Elementos de anúncio montados em um estilo coerente com o feed, sempre com atribuição publicitária clara.
Vídeo, tela cheia e troca de valor exigem uma implementação mais criteriosa, com gatilhos, controles e políticas próprios.

Criativo de vídeo veiculado junto a um conteúdo audiovisual, antes, durante ou depois da reprodução principal.

Player publicitário inserido em páginas sem depender de um vídeo editorial principal, com comportamento definido no layout.

Experiência de página inteira acionada em eventos elegíveis, com limite de frequência e saída evidente.

O usuário escolhe assistir ou visualizar um anúncio para receber acesso ou benefício não monetário dentro do publisher.

Formato de app apresentado em uma transição natural, com tela introdutória e opção clara de recusa antes da experiência.
Momento, controle e aderência ao produto definem se uma unidade deve entrar no inventário. A recomendação vem depois dessa leitura — nunca antes.
Durante a leitura
Densidade, posição e identificação
Conteúdo editorial, portais e produtos com rolagem
Junto ao conteúdo em vídeo
Player, som, duração e controles
Produtos com uma experiência audiovisual real
Em um intervalo editorial
Início, pausa, visibilidade e fechamento
Páginas sem player editorial principal
Em transições elegíveis
Frequência, saída e eventos de exibição
Fluxos com uma pausa natural entre conteúdos
Após uma escolha explícita
Proposta, aceite e entrega do benefício
Experiências com uma troca de valor legítima
Estes formatos não entram como pacote automático. A Fun valida ambiente, demanda elegível, experiência do usuário e políticas aplicáveis antes de recomendar qualquer implementação.
Tamanho sozinho não define uma boa posição. A análise considera o conteúdo ao redor, o comportamento do layout e a experiência que o publisher quer preservar.
As capturas abaixo mostram criativos reais dentro de experiências publicitárias públicas. Assim fica mais fácil entender escala e contexto sem inventar uma campanha.
Os exemplos vêm de galerias e guias públicos de mercado e aparecem somente para demonstrar formato e contexto. Antes da publicação final, eles serão substituídos por prints autorizados do inventário da Fun Digital.
Compartilhe sua propriedade com a Fun Digital. A análise inicial considera templates, dispositivos e a configuração atual antes de propor formatos.
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